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quatro tendências do mercado de eventos

Mercado de eventos: conheça as principais tendências desse setor

Desde o retorno dos encontros presenciais no período pós pandêmico, o mercado de eventos voltou com tudo e numa crescente constante.

Assim, algumas tendências que vieram se acentuando no ano de 2022 se tornam uma grande aposta pro ano de 2023.

Neste blog, listamos algumas delas que podem te ajudar a construir eventos mais inovadores e diferenciais pro mercado.

Tendências do mercado de eventos
Imagem: Getty Images

1 – Sustentabilidade no mercado de eventos

Quando se fala em sustentabilidade, podemos olhar para três pilares – ambiental, social e financeiro.

Por analogia, adaptando esse olhar pro mercado de eventos, podemos pensar em:

  • Pensamento no meio ambiente: direcionamento correto de lixo e resíduos, redução do uso de plástico, energia solar e transporte;
  • Preocupação com as pessoas: construção de um ambiente confortável para todas as pessoas, diverso e acessível;
  • Gestão financeira: como tornar o seu evento possível financeiramente pro seu público alvo sem pecar nas outras áreas?

O Rock in Rio, por exemplo, tem um plano de sustentabilidade que tem metas alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU pra 2030.

O projeto “Rock in Rio por um mundo melhor” ocorre em busca de ser um evento com lixo zero, com nenhum resíduo indo para aterros.

Em Lisboa, esse objetivo já foi conquistado. No Rio, a reciclagem é de 80%.

Outra meta dessa iniciativa é que o evento não tenha desperdício de alimentos.

Até agora, já foram doadas 55 mil refeições e recolhidas 568 toneladas de material orgânico que virou fertilizante.

Ademais, ainda tem o objetivo de capacitar 100.000 pessoas e mais algumas outras metas.

Já o Winds For Future tem o seu evento completamente estruturado em cima da sustentabilidade.

Ele é um encontro com especialistas em futuro das praias e oceanos.

Nesse sentido, tem o intuito de promover a cultura oceânica, gerar mudanças, debates, networking e oportunidades para o desenvolvimento de ações sustentáveis em todo o planeta.

Winds For Future | Foto: divulgação

2 – Experiência do Participante

Construir um evento inesquecível pro seu público através de experiências multissensoriais e imersivas pode ser um bom caminho pra se diferenciar de quem só faz o beabá no mercado de eventos.

Decerto experiências e memórias marcantes tem uma altíssima chance de ter tido algum contato com os cinco sentidos do corpo humano.

Festivais de música conseguem fazer isso com muita expertise. Por exemplo, um em especial que ainda não aconteceu mas promete dar um show em User Experience, é o The Town.

Dos mesmos criadores do Rock in Rio, o festival vai reproduzir a cidade de São Paulo dentro do Autódromo de Interlagos, através da sua cenografia inspirada em ícones da arquitetura paulistana.

Festival The Town em São Paulo | Foto: divulgação

Bem como os palcos que abusam das cores e luzes, queima de fogos, 5 palcos de música, ativações por todo o espaço e experiências gastronômicas.

Um outro exemplo bem interessante de se observar, agora falando de um evento imersivo, é o Hacktown.

Ele é um festival de inovação e criatividade que acontece em uma cidadezinha do interior de Minas Gerais. São mais de 800 palestras, shows e workshops rolando simultaneamente.

Diferente de outros, que acontecem em espaços fechados, esse usa a cidade toda como cenário.

3 – Realidade aumentada

Quando as barreiras entre o presencial e o virtual ficam borradas, o digital se torna imersivo.

Já existem algumas experiências complementares que fazem uso da realidade aumentada e até eventos inteiros que conseguem explorar essa tendência.

Desde plataformas que simulam salas de reunião presenciais no online até os grandes evento que incorporam o 3D à navegação do usuário.

De acordo com o presidente executivo do Meta, Mark Zuckerberg, o Metaverso possibilitará ter uma noção de presença, que as ferramentas e plataformas digitais de hoje não permitem.

“As próximas plataformas de mídia serão ainda mais imersivas, uma Internet palpável, onde você está dentro da experiência, e não olhando para ela.”

– Mark Zuckerberg, no Connect 2021.

Surpreendentemente um show de rock já foi feito dentro do Metaverso. A Meta convidou a banda Foo Fighters para apresentar um show no Horizon Worlds. Todavia, essa apresentação foi pré gravada e os relatos de quem assistiu descrevem problemas técnicos, de imagem e de acesso.

Não foi uma boa primeira impressão, mas ainda assim um sinal claro de que os tempos estão mudando no mercado de eventos.


Por fim, para juntar essas três tendências e construir um evento altamente inovador, há uma forma de fazer que também vem numa crescente forte nos últimos tempos:

4 – “Microeventificção”

Eventos exclusivos, intimistas e personalizados são uma forma de melhorar a qualidade e diminuir a quantidade de pessoas e orçamento.

Essa é uma tendência que se apresentou como necessidade no período pandêmico e pós pandêmico e que deu muito certo!

Só para exemplificar, os micro e mini weddings – festas de casamento pra pouquíssimos convidados – permitem que o investimento seja melhor aproveitado.

Nesse sentido, eles têm uma grande probabilidade de sucesso por que, por ser para poucas pessoas, aciona o gatilho da exclusividade e o FOMO (Fear Of Missing Out) – o medo de ficar por fora.


E aí, tem mais alguma tendência identificada por você que não tá aqui?

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